All the Sisters of Mercy
they are not departed or gone
They were waiting for me
when I thought that I just can’t go on
And they brought me their comfort
and later they brought me this song
Oh I hope you run into them
you who’ve been travelling so long
You who must leave everything
that you cannot control
It begins with your family
but soon it comes round to your soul
I’ve been where you’re hanging
I think I can see where you’re pinned
When you’re not feeling holy
your loneliness tells you you’ve sinned
They lay down beside me
I made my confession to them
They touched both my eyes
and I touched the dew on their hem
If your life is a leaf
that the seasons tear off and condemn
they will bind you with love
that is graceful and green as a stem
Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale a uma palavra em situação dicionária:
isolada, estanque no poço dela mesma, e porque assim estanque, estancada;
e mais: porque assim estancada, muda e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio, o fio de água por que ele discorria.
O curso de um rio, seu discurso-rio, chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água para refazer o fio antigo que o fez.
Salvo a grandiloqüência de uma cheia lhe impondo interina outra linguagem,
um rio precisa de muita água em fios para que todos os poços se enfrasem:
se reatando, de um para outro poço, em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único em que se tem voz a seca ele combate.
(João Cabral de Melo Neto)
“Imperfection is beauty, madness is genius and it’s better to be absolutely ridiculous than absolutely boring.”
― Marilyn Monroe, Marilyn
(Source: whoonsmyheart, via mofobian)
Jimi Hendrix - Hear My Train A Comin’ (Acoustic)
Still one of my favourite things.
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz
E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais…